2011-04-07

                                                                                                                                                 infoArte
Experimentadesign  
                                                                                                              
O Projecto que a Experimenta inicia agora para além de inovador e empreendedor, tem uma vertente social e pedagógica bastante activa, para além da sua inequívoca vertente cultural, assente numa base multicultural e numa forte aposta na interacção e partilha entre criativos, instituições culturais e de ensino.
A Experimenta actua nas áreas da consultoria e desenvolvimento estratégico, abarcando as áreas de pesquisa e coordenação, curadoria, comunicação e imagem. Explora vários campos de criação e produção material e conceptual, assumindo o design como disciplina operativa e metodologia de trabalho.
Estabelece uma presença em contínuo na capital Portuguesa, consolidando o trabalho desenvolvido ao longo de dez anos, aproximando o público ao design e sensibilizando-o para o seu potencial transformador e actualizador.
A Experimenta assinou um protocolo com o IADE, no sentido de ficar responsável pela programação do Palácio Quintela (na R. do Alecrim, ao Chiado), que é a sede do IADE, por um período de um ano.
Ficará responsável pela programação e dinamização do Palácio, que funcionará todos os dias entre as 10h00 e as 22h00.
 
A programação iniciou-se no dia 5 de Junho com a exposição Revolution 99/09, uma retrospectiva dos últimos dez anos de design de produto e de comunicação em Portugal.

2011-04-04

Guimarães Museu Alberto Sampaio
 O Museu Alberto Sampaio foi criado para albergar o espólio artístico da extinta Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e de outras igrejas e conventos de Guimarães. Situada em pleno centro histórico (Património da Humanidade), no local onde a condessa Mumadona, no século X, mandou construir um mosteiro. O acerco do museu é predominantemente de Arte Sacra, tendo importantes colecções de ourivesaria (séculos XII a XIX), escultura (XIII a XVIII), pintura (séculos XVI a XVII), azulejaria (séculos XVI a XVIII), cerâmica (séculos XVII a XIX) e têxteis (séculos XV-XVIII). O loudel de D. João I e o tríptico de prata dourada oferecido por este rei à Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira (século XIV) são as peças mais emblemáticas do acervo do museu.

Ondjaki - Autor do mês de Abril - Entrevista

Ondjaki - Autor do mês de Abril - Entrevista

2011-03-31








Ângelo de Sousa, 73 anos, cuja obra é considerada pioneira e inovadora na história da arte portuguesa do século XX, morreu dia 29 de Março, terça-feira à noite, em sua casa, no Porto, vítima de cancro.

Doente e afastado da sua arte desde há já vários meses, desapareceu agora um artista que foi "um dos protagonistas da contemporaneidade artística portuguesa, que se distinguiu sobretudo pelo seu experimentalismo e pela procura incessante de novas linguagens. Ângelo César Cardoso de Sousa nasceu em Maputo (então Lourenço Marques), capital de Moçambique, em 1938. Em 1955 mudou-se para o Porto para frequentar a Escola de Belas-Artes, onde se formou em Pintura. Integrou, na década de 60, nesta cidade, o grupo "Os Quatro Vintes" (com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues). Criou depois uma obra pessoal e única, que se expressou principalmente na pintura, mas que cultivou muitas outras formas e disciplinas artísticas, como o desenho, a escultura, a fotografia, o cinema e o vídeo amador. Doente e afastado da sua arte desde há já vários meses, desapareceu agora um artista que foi "um dos protagonistas da contemporaneidade artística portuguesa, que se distinguiu sobretudo pelo seu experimentalismo e pela procura incessante de novas linguagens
Para sintetizar o sentido da obra de Ângelo de Sousa, cito o título de um quadro seu: Algumas formas ao alcance de todos. Ele sabia criar formas e cores, que colocava ao alcance de todos nós, como ninguém o tinha feito até aí. Deixa uma obra pioneira, não só no contexto português, mas também a nível internacional, que um dia será devidamente reconhecida em todo o mundo.
Paralelamente à sua carreira de artista, e depois de ter frequentado, como bolseiro da Fundação Gulbenkian, a State School of Art e a Saint Martin"s School of Art, ambas em Londres, Ângelo de Sousa leccionou na ESBAP, onde se jubilou, no ano 2000, com a categoria de professor catedrático.

Desde o início da década de 60 realizou inúmeras exposições individuais e participou em colectivas em Portugal e muitos outros países.

Entre os vários prémios com que foi distinguido, assinalam-se o da Bienal de Arte de S. Paulo (1975), no Brasil, e o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian/Arte (2007), em Lisboa.

2011-03-28

Guarda Museu da Guarda
O Museu da guarda está instalado no edifício seiscentista do antigo Seminário Episcopal. Em 1940, o museu surge associado às Comemorações Centenárias da Formação de Portugal e ao empenhamento de um grupo de mecenas. O acervo do Museu da Guarda integra colecções de arqueologia, numismática romana, escultura sacra dos séculos XIII-XVIII, pintura sacra dos séculos XVI-XVIII, armaria dos séculos XVII-XVX, cerâmica, etnografia regional, pintura e desenhos de finais do século XIX e primeira metade do século XX.

2011-03-22



Espinho Centro Multimeios                                               
Projectado pelo arquitecto Nuno Lacerda Lopes, este centro inclui um planetário, cosmoteca, sala multimédia, sala de projecção em grande formato, etc.  Destaque para as exposições temporárias, para os cursos e observações nocturnas do céu.

2011-03-15

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Apresentação Oficial do iPad - Legendas em português.

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Évora Museu de Évora
O Museu de Évora está instalado no antigo Paço Arquiepiscopal, edifício quinhentista, posteriormente remodelado. O acervo do museu é constituído fundamentalmente pela colecção do arcebispo D.Frei Manuel do Cenáculo – pintura, peças arqueológicas e numismática – pelos espólios das igrejas e extintos conventos eborenses e de estações arqueológicas da região. Integra ainda a colecção epigráfica de André de Resende e algumas doações recentes, entre as quais o legado barahona. As treze pinturas do antigo retábulo flamengo da Sé de Évora, a recente aquisição de uma pintura de Álvaro Pires, a colecção de pintura sacra quinhentista e de retratos dos séculos XVII e XVIII, um belíssimo tríptico de Limoges e escultura romana e renascentista constituem o espólio mais relevante do museu.