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2025-12-22

Boas Festas e Feliz 2026

 

A Equipa das Bibliotecas do Agrupamento deseja a toda a comunidade escolar umas Festas Felizes e um Ano de 2026 recheado de Paz, Amor e de Boas leituras!




 

2024-01-02

Natal - Jingle Bells

        JINGLE BELLS            


Dashing through the snow
In a one-horse open sleigh
O'er the fields we go
Laughing all the way
Bells on bobtails ring
Making spirits bright
What fun it is to ride and sing
A sleighing song tonight, oh!
Jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one-horse open sleigh, hey! Jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh what fun it is to ride In a one-horse open sleigh Now the ground is white Go it while you're young Take the girls tonight Sing this sleighing song Get a bobtailed bay Two forty for his speed And hitch him to an open sleigh And you will take the lead Oh, jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one-horse open sleigh, hey! Jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one-horse open sleigh Oh, what fun it is to ride In one horse open sleigh!

Natal

                                          Natal de um pastorinho...

Pela serra acima

Vai o pastorinho

Leva o seu bornal

 Bem recheadinho!               


    Batendo os tamancos,

    Lá vai pela manhã.

    Vestido de croça 

    E gorro de lã!...


     As ovelhas mansas 

     Seguem a seu lado,

     P'ra lidar com elas

     Não usa o cajado!


        Fala-lhes mansinho:

        «Meninas, correr!»

         E elas tratam logo 

         De lhe obedecer


        Porém uma delas 

        Não aguentou mais,

        Deitou-se p`rò lado

        Ao pé duns giestais!


             E logo o pequeno ,

             De tão perspicaz,

             Deu p`la falta dela

             E voltou atrás!


            Andou meia légua 

            Achou-a deitada:

            Ia dar à luz

            Não tardava nada!


                E o pastorinho 

                Lá fez de parteiro,

                Tomando nas mãos 

                Um lindo cordeiro!


                Feliz a ovelha,

                Feliz o pastor:

                Que quadro tão belo

                Para um bom pintor!


                    E p`ra festejar 

                    Aquele Natal,

                    Havia o farnel...

                    Puxou do bornal!


                    Depois lá seguiram 

                    De novo o caminho:

                    Ao colo do moço

                    Ia o cordeirinho.


                        E ao chegar a casa, 

                        Lá pela tardinha,

                        Com mais um no rol...

                        O bom pastorinho

                                                      Aumentou o encanto

                                                      Daquele pôr-do-sol!


                                                          Alexandre Parafita ( in Histórias de Natal contadas em verso)

Natal - crenças e tradições e curiosidades

A palavra Natal em várias línguas:


Alemão -- Weihnachten          Dinamarquês -- God Jul                Francês -- Noël 

Espanhol -- Navidad                Finlandês -- Joulu                          Grego -- Genethia

Holandês -- Kermiss                Húngaro -- Karáesony                   Inglês -- Christmas

Italiano -- Natale       Polaco -- Boze Narodzente            Russo -- Razhdestvo Krista


  • O dia da Natividade foi fixado pelo Papa Libérius em 345 e não era acompanhado de cerimónias religiosas. Só mais tarde foi chamado de dia de Natal e começou a celebrar o nascimento de Jesus.
  •  No local onde existia a gruta de Belém, ergue-se agora uma igreja mandada edificar por Santa Helena, no ano 326. No chão, a assinalar o local do nascimento, está uma estrela de prata com uma inscrição que se traduz assim : "Aqui nasceu Jesus Cristo da Virgem Maria".  
  • Foram os habitantes da Alsácia, em França, os primeiros a decorar  a Árvore de Natal. Suspendiam nos seus ramos maçãs, hóstias não consagradas, rosas de papel e guloseimas. 
  • Em Espanha, as prendas dão-se no dia em que se celebra a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus - dia 6 de janeiro. 
  • No México, na noite de Natal, as crianças jogam à piñata , que é um objeto que pode ter várias formas e fica suspenso no teto. As crianças de olhos vendados e armadas com um varapau, tentam acertar-lhe em cheio para que se parta e dele saiam as muitas guloseimas que contém e que se espalham pelo chão.

                           (in "Tudo sobre o Natal" de Isabel Lamas e Catarina Cardoso) 



 

2023-12-18

2022-12-20

Mensagens de Natal Digitais

 


 Realizado por Diana, 7.º A

Mensagens de Natal Digitais


 Realizado por Maria, 7.º B

Mensagens de Natal Digitais


 Realizado por Jéssica, 7.º B

Mensagens de Natal Digitais



 Realizado pela professora Mónica Querido

Mensagens de Natal Digitais



 Realizado por Afonso, 7.º A

Mensagens de Natal Digitais



Mensagens de Natal Digitais



 Realizado por Gonçalo, 7.º B

Mensagens de Natal Digitais



 Realizado por Luana, 7.º A

Mensagens de Natal Digitais



 Realizado por Dinis, 12.º A

2022-12-07

Mensagens de Natal Digitais

Tal como em anos anteriores, os(as) professores(as) de português, de francês e de inglês inspiram os seus alunos(as) a escreverem Mensagens de Natal.

Este ano vamos retomar as Mensagens em formato digital.

Faz a tua Mensagem e partilha-a connosco.

Vamos apresentá-la à Comunidade Escolar!


Contos de Natal na Biblioteca



Créditos: apresentação feita com genially

2021-12-17

Natal 2021 - Mensagens digitais

Este ano as mensagens de Natal elaboradas pelos alunos vão estar disponíveis no Instagram das nossas bibliotecas.

Esperamos que todos apreciem os Postais de Natal realizados em francês e em inglês.

Vão ainda ser apresentados Postais Falados, mensagens de Natal em português, por uma turma de 5.º ano.

Parabéns a todos(as): professores(as) de inglês, francês, português e alunos(as) pelo trabalho desenvolvido!

















2021-12-07

Poesia - Sophia de Mello Breyner Andresen

                                                                           Pixabay - Bru-nO


A Estrela

Eu caminhei na noite
Entre silêncio e frio
Só uma estrela secreta me guiava

Grandes perigos na noite me apareceram
Da minha estrela julguei que eu a julgara
Verdadeira sendo ela só reflexo
De uma cidade a néon enfeitada

A minha solidão me pareceu coroa
Sinal de perfeição em minha fronte
Mas vi quando no vento me humilhava
Que a coroa que eu levava era de um ferro
Tão pesado que toda me dobrava

Do frio das montanhas eu pensei
«Minha pureza me cerca e me rodeia»
Porém meu pensamento apodreceu
E a pureza das coisas cintilava
E eu vi que a limpidez não era eu

E a fraqueza da carne e a miragem do espírito
Em monstruosa voz se transformaram
Disse às pedras do monte que falassem
Mas elas como pedras se calaram
Sozinha me vi delirante e perdida
E uma estrela serena me espantava

E eu caminhei na noite minha sombra
De desmedidos gestos me cercava
Silêncio e medo
Nos confins desolados caminhavam
Então eu vi chegar ao meu encontro
Aqueles que uma estrela iluminava

E assim eles disseram: «Vem connosco
Se também vens seguindo aquela estrela»
Então soube que a estrela que eu seguia
Era real e não imaginada

Grandes noites redondas nos cercaram
Grandes brumas miragens nos mostraram
Grandes silêncios de ecos vagabundos
Em direcções distantes nos chamaram
E a sombra dos três homens sobre a terra
Ao lado dos meus passos caminhava
E eu espantada vi que aquela estrela
Para a cidade dos homens nos guiava

E a estrela do céu parou em cima
de uma rua sem cor e sem beleza
Onde a luz tinha a cor que tem a cinza
Longe do verde azul da natureza

Ali não vi as coisas que eu amava
Nem o brilho do sol nem o da água

Ao lado do hospital e da prisão
Entre o agiota e o templo profanado
Onde a rua é mais triste e mais sozinha
E onde tudo parece abandonado
Um lugar pela estrela foi marcado

Nesse lugar pensei: «Quanto deserto
Atravessei para encontrar aquilo
Que morava entre os homens e tão perto.


Sophia de Mello Breyner Andresen | "Livro sexto", 1962